quarta-feira, 23 de maio de 2012

EXERCÍCIO 3

Exercício 3:

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TSUNAMI: ANATOMIA DE UM DESASTRE
O QUE ACONTECEU? ONDE? QUANDO?

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FOTOS E ÁUDIOS

 
ÁUDIO

 
MAPA

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TELHADOS E COQUEIROS
IMUNDOS




 
VÍDEO
       
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DEPOIMENTOS

TEXTO SOBRE O QUE ACONTECEU EM SRI LANKA


 

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TEXTO EXPLICAÇÃO DE UMA TSUNAMI
INFOGRÁFICO ANIMADO


 
TEXTO SOBRE AJUDA AOS DESABRIGADOS
FOTO MOSTRANDO CASA DESTRUÍDA
TEXTO SOBRE O QUE ACONTECE NAS MALDIVAS

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DEPOIMENTOS DE EXPERIÊNCIAS COM TERREMOTOS
TEXTO SOBRE TERREMOTOS NA REGIÃO

 
TEXTO SOBRE OS ÓRFÃOS

 
TEXTO DE ACONTECIMENTOS ANTERIORES

EXERCÍCIO 9 E 10

Procure na web outros exemplos de jornalismo cidadão ou colaborativo, além dos que já foram citados no exercício. Cite exemplos de jornalismo colaborativo no Brasil. Que sites incentivam a participação do público no jornalismo? Localize exemplos de sites “hiperlocais” com forte ou exclusiva participação de cidadãos.
Jornalismo colaborativo:
http://culturaderede.pbworks.com/w/page/9823253/Jornalismo%20colaborativo%3A%20o%20cidad%C3%A3o%20rep%C3%B3rter%20e%20a%20altera%C3%A7%C3%A3o%20do%20processo%20jornal%C3%ADstico
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/estadao_destaca_jornalismo_colaborativo
Jornalismo cidadão:
http://pt.scribd.com/overmundo/d/27773806-Overmundo-Lab-Jornalismo-cidadao-e-conteudo-gerado-pelo-usuario
http://comunidade.ctea.med.br/redacaoctea/2009/11/26/jornalismo-cidadao/

- Você concorda com Mark Potts quando diz que o jornalismo cidadão deve ser feito sem jornalistas? Justifique.

Sim. Todo jornalista deve seguir regras, dentro da ética da profissão. Ter um lado profissional ao escrever uma matéria, não deixando daquela maneira de escrever livremente.

- Com base em tudo que você observou e pesquisou neste exercício, qual sua avaliação quanto ao assim denominado “jornalismo cidadão”? Trata-se de uma nova modalidade de jornalismo? De um formato “não jornalístico” que se agrega ao jornalismo? De uma moda passageira? De um fenômeno que indica uma ampliação da própria noção de “campo jornalístico” e de suas práticas?

Pessoas de qualquer área ou função pode fazer um texto bem escrito. Só pelo fato de saber o português corretamente, já consegue fazer aquilo que lhe pedem. Por um lado, é um tipo de jornalismo, transmitindo informações para os interessados. Isso não deve aumentar em sua expansão, afetando os profissionais da área. Por isso, deve sempre saber separar o que é feito por uma profissional e um cidadão não-profissional da área.

- Amplie a discussão incluindo os aspectos relacionados à formação, carreira e desempenho profissional no contexto do jornalismo cidadão. O jornalismo cidadão reduz empregos para os profissionais? A profissão de jornalista corre riscos no futuro, em virtude do avanço do jornalismo cidadão?

O jornalismo cidadão pode sim ingressar na área, pois saber escrever, qualquer um sabe, dentro das regras básicas de uma redação de jornalismo. Pode também escrever para a massa, sem regras, de uma maneira mais solta e mais leve, com leitura facilmente entendida. E muitas pessoas gostam mais desse tipo de texto.

- Em uma remodelação de seu site em agosto de 2007, a Folha Online criou uma seção de webcasts (http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/). Visite a seção. Avalie-a. O recurso tem boa qualidade? Apresenta-se como integrado e bem utilizado no corpo do jornal? Como poderia ser melhorado?

Há a possibilidade da haver mais textos, mais dados, com detalhes, contatos, nomes e endereços.

- Partindo de características básicas do jornalismo na web (hipertextualidade, multimidialidade, interatividade, atualização contínua, personalização e memória), discuta com seus colegas de grupo buscando estabelecer de que maneira tais características podem ser detectadas em suportes midiáticos anteriores (impresso, rádio, TV). Faça uma tabela elencando elementos representativos dessas características em suportes “tradicionais” (por exemplo, as Cartas dos Leitores são uma forma de interatividade já existente no jornalismo impresso).

O jornal impresso pode ser atualizado diariamente, quando há mais de uma tiragem por dia. Não é tão rápido quando o jornal na internet, com dados totalmente atualizados a qualquer momento. Na web, qualquer informação é atualizada mais rapidamente do que qualquer outro meio de comunicação. E, também, na internet há muito mais multimídia, contendo vários tipos de fotos, vídeos e áudios. Ou seja, na web pode-se juntar todos os meios de comunicação.


EXERCÍCIO 5

Exercício 5

- Pauta fictícia sobre uma visita do Papa à cidade
EQUIPE: 4 equipes de repórteres, câmeras e assistentes. Cada equipe terá um fotógrafo.
HORÁRIO: 2 equipes no aeroporto até, no máximo, 7h30, no endereço selecionado. Outra equipe no estádio às 8h, no endereço selecionado. E mais uma equipe no local do almoço às 11h, no endereço selecionado. O abrigo fica no endereço "...".
CONTATOS:
Assessoria do Papa: (xx) xxxx-xxxx
Assessoria da Autoridade X: (xx) xxxx-xxxx
Assessoria da Autoridade Y: (xx) xxxx-xxxx
 
PAUTA: Uma das equipes estará no aeroporto e, logo em seguida, seguirá o carro do Papa em todo o percurso realizado que, no caso, será até o estádio de futebol. Enquanto ele realiza o sermão, outra equipe estará circulando entre as pessoas que estarão lá, acompanhando fazendo entrevistas e fazendo imagens das pessoas. Outra equipe estará no local do almoço com as autoridades, onde entrevistará o Papa, assim como as autoridades também. A equipe que estiver no estádio voltará ao aeroporto, para aguardar a chegada do Papa. Outra equipe fará todo o trajeto juntamente com o Papa até chegar ao aeroporto novamente.

Cada uma das equipes tem a responsabilidade de fazer o que foi proposto. Realizar imagens, entrevistas, fotos, vídeos, gravações etc.

- A pauta serve para avaliar o que será feito. Assim como para não esquecer do que deve fazer. Deve conter números de telefone para contatos, endereços dos locais, equipes responsáveis e o conteúdo para ser colocado na matéria.

- Não há muita coisa. Uma das diferenças é que o jornal na internet pode conter muito mais coisas do que o jornal impresso, assim como também pode ser atualizado a qualquer momento. Outra diferença é que o jornal da web pode conter vídeos, áudios e galeria com várias fotos.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

EXERCÍCIO 7

RESPOSTAS
a) É perceptível um progresso no uso da fotografia no jornalismo na internet ao longo dos anos de premiação dos concursos?
Há uma evolução natural nas fotos na web. A internet é um meio de comunicação com uma grande visibilidade e tem uma forte veiculação de informação jornalística. Tecnologia avançada, premiações e concorrências estão cada vez maiores. É aquela coisa de que o público pede e os fotógrafos querem. Como diria a frase também: "Uma imagem vale mal que mil palavras!".

b) De que maneira a generalização de larguras de bandas crescentes tem afetado o uso da fotografia na cobertura jornalística on-line?
Uma foto grande e com alta resolução não é muito bom para se usar na internet. As únicas coisas que um leitor quer é informação e objetividade. Ele quer ler a notícia e, logo em seguida, já ler outras informações. Se for em um site de entretenimento, onde no próprio site tenham propósitos de se usar uma fotografia, o leitor deste tipo de site quer, é claro, uma coisa melhor e maior. Mas em sites de notícias e informações, no dia-a-dia, é muito mais prático utilizar as fotos menores, até porque nem todo mundo tem uma internet rápida. É simples, uma coisa prática.

c) Trabalhar como fotojornalista para um jornal on-line envolve rotinas e formas de organização de trabalho distintas das utilizadas por quem trabalha para um veículo impresso?
Quem trabalha com fotojornalismo em um site de notícias online, o uso de suas imagens são mais possíveis. Como no jornal impresso tem muito aquilo se seguir regrar e estar sempre no padrão da coisa, a liberdade para arriscar mais abertamente é menor. Na web, as fotos podem ser mudadas de lugar após mesmo elas terem sido publicadas. No impresso, se houver um erro, não há como mudar. Ou seja, no impresso deve-se ser muito mais específico.

d) Considerando-se que a internet facilita a convergência de diferentes formatos midiáticos, o grupo acredita que, a médio ou longo prazo, a fotografia tende a ser supérflua na internet?
As fotos, entre tantas e tantas páginas pessoais na internet, às vezes acaba se tornando supérflua, sendo voltada somente para brincadeiras. Mas com toda a certeza, uma foto tem um modo fantástico de informar e mostrar a notícia, transmitindo fatos. Ou seja, às vezes pode ser supérflua e, às vezes, factual.


e) Examine o uso da fotografia em dois grandes jornais brasileiros de sua escolha. Existem diferenças notáveis? Qual deles faz a utilização mais criativa e adaptada ao suporte? Por que?
Analisei os sites Globo.com e Folha.uol.com.br. Ambos utilizam de várias fotos para ilustras suas matérias e publicações. Mas, na página inicial, o que mais chama a atenção é a Globo.com, pelo fato de misturar as fotos em meio a várias notas e títulos das matérias. O site da Folha usa menos fotos em sua home, dando mais atenção ao título da notícia.

f) Examine agora o uso da fotografia no jornal The New York Time (http://www.nytimes.com), várias vezes premiado pelo uso criativo da fotografia no jornalismo on-line. O que se pode aprender a partir das práticas do NYT?
No jornal The New York Time, o uso das fotos são separadas de forma com que haja uma fotografia para a matéria mais recente e mais 'importante' no momento. E as outras fotografias são em notas separadas, como a foto de alguém com grande importância na notícia ou o autor da própria informação. Mais abaixo no site, há pequenas notas, acompanhadas de fotos respectivas ao assunto.

g) O jornal Estadão criou um mecanismo pelo qual qualquer cidadão pode disponibilizar uma foto, que depois entra para o catálogo da Agência Estado (se vendida, o fotógrafo recebe pagamento).
Examine e avalie a iniciativa em Foto Repórter: http://www.estadao.com.br/ext/fotoreporter/foto_imagens.htm
O que você acha dessa iniciativa? O que você acha da qualidade das fotos incluídas?
Acredito que seja uma boa iniciativa. Assim, um fotógrafo mais amador tem a possibilidade de divulgar suas fotos jornalisticamente, podendo seguir essa profissão. A qualidade das fotos são ótimas, pois muitas devem ser mandadas e as escolhidas são publicadas, de forma com que as fotos tenham uma boa qualidade. Além daquilo que pode ser chamado de "Hora certa, no lugar certo", em que um fotógrafo profissional não esteja no local para registrar a melhor imagem, correspondente à notícia.

Questões
1) Quais as funções de uma pauta no jornalismo desenvolvido para as redes telemáticas?
Acredito que seja a divulgação das informações em tempo real. Hoje em dia, não é mais preciso esperar o outro dia chegar para se ter informações do que aconteceu no dia anterior. Quanto antes for, muito melhor. Há notícias em que acontecem e que determinada pessoa está no local, tira uma foto, conta o que aconteceu e publica no facebook. Aí entra o compartilhamento de notícias. São atualizações rápidas, que é divulgado ainda mais rapidamente. Há vários formatos e atinge todos os públicos.

2) Quais as diferenças e as semelhanças entre uma pauta de uma matéria/ reportagem para um jornal impresso e uma pauta de uma matéria/reportagem para um webjornal?
No webjornal e no jornal impresso, são usados os mesmo princípios, como ética, veracidade na apuração dos fatos e responsabilidade das informações noticiadas. Mas no jornalismo online, tem algumas diferenças em suas exposições, além de que, a internet pára.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

EXERCÍCIO 1 E 2

Resposta referente ao questionário passado em sala

Exercício 1
a) Sim. No globoesporte.com, os editoriais são separados por categoria, ele é bidirecional, e dentro deles existem os subeditoriais. Ex: Você entra em futebol, aparecem quais campeonatos, times etc. Já o gazetadopovo.com.br é unidirecional, onde cada editoria não é linkada.
Ambos os sites têm link oculto, com palavras no meio do texto que direciona a uma matéria referente à palavra linkada. Eles também têm link de detalhamentos, no caso as palavras que direcionam à outras matérias, juntamente com o link de acontecimento, quando há necessidade de referência.

b) O link de memória direciona para materiais que se referem ao mesmo assunto ou assuntos relacionados; O de ilustração ou complementação servem como ferramente de ajuda/complemento na aparesentação do ocorrido; Exemplificação, como o nome já diz, explica, ou ilustra com casos iguais ou parecidos ao fato; O de oposição servem como uma réplica, ele mostra dados, argumentos, das fontes oficiais ou até mesmo das primárias; Detalhamento, são detalhes como explicações de especialistas no assunto; Acontecimento são os principais fatos da notícia.

c) Há maior facilidade de navegação por links na globoesporte.com. Nos dois sites, eles usam na sua página inicial vários links com todas as editorias publicadas. No caso do globoesporte.com, são encontrados links que fazem o leitor ser direcionado paras as matérias mais lidas do dia, blogs dos times etc. Na gazetadopovo.com.br há várias notícias em destaque, mas tem menos links, se comprar com o site da globoesporte.com.

d) Os links que remetem a sites fora do site principal, chamado de intertextuais não são frequentes em ambos os sites. A maioria dos assuntos linkados vão para outros textos dentro do site em si.

e) Os dois sites tem links disjuntivos, que vão para dentro do mesmo, mas também têm aqueles que vão para fora do site. Ex: no globesporte.com, no final da página tem o link do programa Mais Você, que ao clicar nele você é direcionado para a página do programa, mas continua com sua guia aberta no site inicial. No gazetadopovo.com.br, temos um pouco menos de link disjuntivos, ele têm mais links patrocinados, mas consegue achar em algumas páginas.

f) Sim. Nos blogs relacionados nos sites, são usados links conjuntivos, quando o internauta pode acessar na mesma página o conteúdo do blog, sem abrir uma nova guia.
ex da gazeta: http://www.gazetadopovo.com.br/blog/los3inimigos/?id=1245044;
ex do globoesporte: http://globoesporte.globo.com/platb/yulebisetto/2012/04/18/pre-jogo-corinthians-x-tachira/

g) Nos dois sites pode-se clicar apenas na fotografia, para automaticamente o leitor acessar o conteúdo com referência à foto. Em algumas fotos, é proporcionado o acesso com conteúdos escritos, mas também com outras fotos e vídeos.

h) Os tipos de links que Mielniczuk cita são importantes. Proporcionam links mais fáceis e mais explicações a respeito do assunto tratado. Tudo deve ser feito com rapidez e objetividade, pois em muitos textos não há detalhes importantes que deveriam ser comentados no texto. Essas maiores explicações tem uma ligação que te faz ir a um outro texto, ou outros links com vídeos, áudio e fotos.
Links oferecem outras possibilidades ao escritor ou repórter, podendo fazer o desenvolvimento de outras ideias na página. Ou seja, nem o profissional nem o leitor vai ficar preso somente ao texto, fazendo com que a escrita fique com mais detalhes, mais interatividade e com maiores esclarecimentos.

Exercício 2
a) As estruturas são diferentes. A primeira (b1) é em formato de paisagem estilo blog, com pouca diagramação, pouca informação, pouco estruturado e faz com que o leitor não tenha interesse.
O (b2) já é muito mais estruturado. É separado em várias partes. Muito mais detalhado, fácil acesso ao conteúdo que deseja, com acompanhamento em tempo real da notícia em questão, com vários links conjuntivos.

b)
Milosevic – b1

CABEÇALHO/TÍTULO

FOTO/TEMA

LINK/
LINK/
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Folha b2


Folha – b2

NOME JORNAL
EDITORIAIS
NOTÍCIA PRINCIPAL
LINKS PATROCINADOS
EDITORIAIS
NOTÍCIAS RELACIONADAS
SITES RELACIONADOS
NOTÍCIAS EM TEMPO REAL

c) A b2 é mais complexa pelos detalhes. Tem muitos mais itens, links, blocos, quadros, mas ela é muito mais completa, com relação a b1.

d) Acredito que um diagrama é montado confirme produção da reportagem. É preciso ter um planejamento, mas a maneira de montar um diagrama, não tem uma regra a seguir, varia muito do tipo de assunto e dos recursos que ele proporciona que seja utilizados. O importante é que conforme vai acontecendo novos fatos, sejam feitas atualizações dos conteúdos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Embratur apoiará seminário internacional de Turismo de Fronteira


          Representantes da Comissão turismo Brasil Sul (CTBS), que promove os atrativos turísticos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, estiveram na Embratur para debater o turismo de fronteira. Na ocasião, foi feito o convite para participação no 1º Seminário Internacional de Turismo de Fronteira, que acontecerá nos dias 11 e 12 de junho, em Foz do Iguaçu.
       Dentre os objetivos do evento, que tem a Organização Mundial de Turismo (OMT) como participante, está a integração de cidades fronteiriças e a viabilização de uma agenda positiva de desenvolvimento do turismo de fronteira. A Embratur vai participar do Seminário e dos debates relacionados a promoção turística internacional do destinos brasileiros.
        “Promover os roteiros do Sul de maneira integrada preocupando-se com o turismo de fronteira é uma forma inteligente de fomentar o fluxo de turistas estrangeiros”, destacou o chefe de gabinete da Embratur, Paulo Guilherme de Araújo. Para ele, a iniciativa é muito bem-vinda e está alinhada a meta de aumentar a presença de turistas dos países vizinhos para atingir um outro patamar na entrada de turistas internacionais. O diretor de Mercados Internacionais do Instituto, Marcelo Pedroso, também endossou o apoio a iniciativa. “Para que possamos chegar aos 10 milhões de turistas em 2020, precisamos reforçar o turismo intrarregional e alcançar a marca de 7 milhões de sul-americanos visitando o Brasil. Essa é a estratégia que o presidente Flávio Dino tem adotado”, reforçou.
          Para a secretária de Turismo do Rio Grande do Sul, Abigail Pereira, é necessário que haja um investimento na promoção turística integrada dos estados do Sul do País. “Um percentual da verba descentralizada que a Embratur vai disponibilizar deveria ser destinada à promoção internacional dos roteiros integrados de nossos estados”, afirmou.
           A presença conjunta em feiras internacionais foi destacada pelo secretário de Turismo do Paraná, Faisal Saleh. “A participação integrada valoriza a região sul do Brasil, além de atrair atenção também para cada estado em separado. Não somos concorrentes e sim parceiros na atração de turistas estrangeiros”. Também estiveram na reunião o secretário de Turismo de Santa Catarina, Valdir Walendowisky e Maria Inês Amaral, da Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul.